terça-feira, 21 de julho de 2015

DO SEU PRÓPRIO JEITO

MODELAGEM É PERDA DE AUTENTICIDADE?

"Quero ser tão criativo como Walt Disney."
"Quero ter a capacidade de processamento mental de Albert Einstein."
"Quero descobrir as estratégias de fluidez literária de Jorge Amado."
Saiba que isso é possível. Descobrir os padrões de pensamento e estruturas linguísticas internas e externas dos gênios é algo que pode acontecer sem que haja qualquer necessidade de se perder a própria identidade.
A partir de uma metodologia altamente eficaz, a PNL - Programação Neurolinguística - trata da modelagem, ou seja, a identificação de padrões de excelência de pessoas que conseguem muito sucesso naquilo que fazem.
Quando falo sobre esse tema em minhas palestras ou cursos é comum ouvir da audiência algumas dúvidas em relação à possibilidade de se perder o modo próprio, a autenticidade, quando se faz a reprodução dos comportamentos ou linhas de pensamento de alguém.
Admito que essa é uma questão absolutamente natural, e que reflete um medo genuíno: o de ser a cópia de um outro alguém perdend-se de si mesmo.
O arremedo de uma pessoa de sucesso é admirado quando ele se propõe a ser exatamente isso, uma caricatura. O modelo é homenageado quando um comediante hábil em fazer imitações destaca e reproduz os maneirismos de uma celebridade. E nós rimos com isso, além de reconhecer o talento dessa pessoa.
"Nossa! Como ele é bom em imitar o Sílvio Santos!" Ou a Dilma, ou o Faustão, ou o Roberto Carlos.
Entretanto, quando se trata de fazer um trabalho e querer obter sucesso numa área, e se utilizar exageradamente dos aspectos que marcam o ferramental de comportamento, seja na linguagem verbal ou não verbal de alguém muito bem sucedido, a ideia que vem na audiência é outra.
Ao contrário, o que se sente é uma sensação negativa relacionada à certa indignação, mesmo que pequena, por se reconhecer que há algo mais do que uma simples absorção e reprodução de padrões, e sim uma espécie de cópia.
É algo absolutamente compreensível que tenhamos referências para a realização de um trabalho, tanto em conteúdo como em processo.
Costumo dizer que meu trabalho como palestrante, facilitador e professor abraça competências que desenvolvi coletando particularidades que encontrei em grandes nomes como José Medrado, Djalma Argollo, Clóvis de Barros, Eduardo Carmello, Mário Sérgio Cortella e tantos outros queridos e grandes professores, cujos trabalhos inspiram muitas milhares de pessoas e não apenas a mim.
Quando escrevo, de certo modo, igualmente estou usando incontáveis padrões dos inúmeros livros e artigos que já li, de autores que admiro e respeito.
Vemos nas telas de um bom artista a demonstração inequívoca dos traços dos seus inspiradores, e isso não diminui seu valor.
Ouvimos numa entrevista de um grande cantor ou compositor o relato de uma lista de outros músicos que o precederam e que serviram de modelo para seu trabalho. Essa constatação não soa como algo que o desmereça mas como uma humilde deferência à excelência dos seus mestres.
O mesmo acontece para outras áreas como oratória, literatura, e até mesmo para vendas, liderança, coaching e psicoterapia.
Em muitos momentos quando atendo pessoas individualmente - em minha atividade de coach - lembro de fazer como fazem grandes professores que tive, como Ricardo Melo e Káritas Ribas. 
Aprendizado é isso, incorporar capacidades. Criatividade é isso, saber usar o que já foi feito de forma nova. Ai de quem pensar que só tem valor aquilo que é absolutamente inédito, que não tenha nenhum traço de absolutamente ninguém que tenha feito algo parecido.
Evolução, no fundo no fundo, é também isso: ser capaz de se encantar com a excelência naquilo que alguém faz e trazer para si, incorporar um pouco do modo do outro, das estratégias do outro.
Na série de livros "Estratégias da Genialidade", Robert Dilts, grande nome da PNL nos traz uma visão interessante sobre esse ponto. O autor se debruça sobre o legado de grandes nomes como Leonardo da Vinci, Mozart, Einstein, dentre outros para 
Contudo, além dessa história de apreensão e adaptação, vem com toda a força o nosso jeitão, a competência em fazer da nossa maneira.








terça-feira, 2 de junho de 2015

COMPETÊNCIAS PARA COMUNICAR, LIDERAR E TRANSFORMAR!

UMA NOVA FORMAÇÃO. UMA NOVA VIDA.
COACHING ONTOLÓGICO EM SALVADOR!








FORMAÇÃO EM COACHING ONTOLÓGICO

Se você gosta de ajudar pessoas e quer entrar numa área cada vez mais reconhecida em diversas partes do mundo ou se você já trabalha com pessoas e quer dar um upgrade na sua carreira conheça o Coaching Ontológico.
Informe-se sobre a nova turma em Salvador, a partir de 18 de julho de 2015, acontecendo em finais de semana, um por mês. 
Mude sua vida e ajude indivíduos, grupos e empresas a alcançar seus objetivos.
Um curso de formação profissional, teórico-vivencial, com alguns importantes diferenciais: 

- é o único com a parceria dos dois respeitados institutos Appana e Pro-Ser;

- é o único com Káritas Ribas e Kau Mascarenhas, dois grandes nomes do Desenvolvimento Humano;

- prepara você em suas próprias transformações enquanto oferece o conhecimento de ferramentas fundamentais para ajudar seres humanos em seus processos de mudança; 

- apoia-se na Ontologia da Linguagem e na Neurociência, a partir do trabalho de pensadores que começaram essa linha de coaching na América do Sul - ou seja, trata-se de uma vertente que tem muito a ver com a nossa cultura;

- oferece horas de supervisão e um acompanhamento bastante próximo com os facilitadores.

Se você quer aprender, crescer e mudar, bem como deseja profissionalmente ajudar pessoas conheça o Coaching Ontológico.

Calendário, investimento e mais detalhes sobre a turma de Salvador, informe-se.
Baixe o folder digital em:

adm@proserinstituto.com.br
Tel.: (71) 3347-3939 / 9969-9979

PARA APRENDER, CRESCER, MUDAR E AJUDAR PESSOAS


FORMAÇÃO COACHING ONTOLÓGICO EM SALVADOR:


Acreditamos que na linguagem reside um potencial transformador. De nós mesmos e das nossas relações.

O programa de formação em Coaching Ontológico proporciona uma experiência aprofundada nas dimensões filosófico-biológico-científica que originam nossa linguagem a partir do que pensamos, sentimos e vivemos.
Nosso intuito é ampliar e aprimorar seu repertório teórico e vivencial de temas ligados à condição relacional humana, através de ferramentas dialógicas, para desenvolver a autonomia, a criatividade e o bem-viver em indivíduos e grupos.
Nosso repertório é interativo e instigante, fazendo da aprendizagem uma experiência intensa e valiosa.
Assumimos o compromisso de fornecer bases sólidas de conhecimento, desenvolver a envergadura do pensamento com qualidade, profundidade e respeito-mútuo. É neste contexto que investiremos no seu autodesenvolvimento.
Nosso intuito é que você se sinta altamente capacitado para atuar como coach ao término da formação.
Não há pré-requisitos para você aprender Coaching Ontológico.
Informe-se já: vagas limitadas.


Facilitadores:

Kau Mascarenhas e Káritas Ribas.
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(71) 3347-3939 / 9969-9979


domingo, 10 de maio de 2015

A PROPÓSITO, HOJE É O DIA DELAS...


É Pesado Ser Mãe?
(texto-reflexão de Kau Mascarenhas)
www.kaumascarenhas.com.br/coaching

Sobre os ombros das mães instala-se um grande peso patrocinado por mitos tão infundados quanto perversos.
Como se fossem seres mágicos, não humanos, elas parecem ser alvo de projeções específicas relacionadas a alguns “tem que” sem sustentação lógica, como:

1- "Toda mulher tem que querer ser mãe": Se nem todo homem quer ser pai, porque toda e qualquer mulher deveria querer ser mãe? Sofrendo o resultado de uma severa imposição biológica/cultural sobre o gênero, é possível que uma mulher sem essa aspiração sinta-se fortemente culpada. Conheço mulheres incríveis que vivem seus papéis de esposas, profissionais, amigas e cidadãs, por exemplo, sem lhes passar pela cabeça a maternidade.
2- “Toda mãe tem que amar seus filhos de forma idêntica”: De acordo com esse mito existiria uma espécie de detector ou sensor de amor que faria as mães contabilizarem sentimento para distribuírem de forma igual e equitativa com a prole. Seres humanos amam seres humanos de maneiras absolutamente particulares, subjetivas, e isso diz respeito a aspectos como sintonia em comunicação e afinidades que uma mulher pode ter com um filho e não ter com outro. 
3- “No coração da mãe sempre cabe mais um”: A partir dessa crença uma mãe seria fonte inesgotável de amor e acolhimento e o seu coração, simbolicamente, se mostraria qual uma imensa casa de portas eternamente abertas a seus filhos. Para ser mãe ela teria que não cansar de acolher, não mudar, não ter propósitos pessoais e abrir espaço para agir e sentir da mesma forma com todos os que chegassem. Quem aguenta? 
4- “A mãe tem que deixar de lado suas próprias aspirações, seus desejos e prazeres, para sacrificar-se pelos filhos”: Será que se percebe a crueldade de um mandato como esse? É obvio que boas mães e bons pais, se não forem gente “sem noção”, assumirão a responsabilidade por trazerem ao mundo os seus rebentos. Entretanto, colocar-se no lugar de mártir, daquele que se sacrifica o tempo todo pelos filhos, que não tem propósitos pessoais, é uma confusão que desalenta e oprime. Decorre sobretudo de se entender erradamente ser mãe como missão e não como papel. 
5- “Intuição de mãe não erra” e “coração de mãe não se engana": Não sei se o pior dessas expressões que, para mim, são faces do mesmo mito, é a arrogância explícita do poder relacionado a nunca equivocar-se ou o implícito peso da responsabilidade total sobre o destino dos filhos. A pergunta: “onde foi que eu errei?” diante de besteiradas na vida de um filho, algo comum de se ouvir, afiança que a mãe deveria saber tudo e ter impedido que os rumos dos filhos fossem sombrios. Enfim, teria que guardar no coração uma mágica bola de cristal.
Há inúmeras outras mentiras sobre as mães, que de tão repetidas acabam ficando com cara de verdade. As aqui citadas são as que particularmente considero mais fortes e malvadas.
Minha intenção era trazê-las à tona e pedir aos filhos que problematizassem suas crenças, vendo a pessoa que lhes deu à luz de forma diferente. Antes de ser mulher e mãe trata-se de um ser humano.
Em muitas situações dentro de sessões de terapia ou de Coaching Ontológico - que se dedica também a explorar a emocionalidade - vemos pessoas sofrendo por não corresponderem àquilo que a “vida” espera delas. Mitos como esses acabam impondo dizeres e fazeres que trazem dor a muitas mulheres.
Antes de tudo, sendo gente, as mães podem sentir-se donas de seus rumos. Elas são seres maiores que o papel que têm e que implica dar amor a seus filhos. 
Quero fechar esse texto lembrando um episódio da vida do grande Sigmund Freud que, segundo dizem, diante de uma mãe cheia de dúvidas com um bebê pequeno nos braços, que lhe perguntava o que fazer para educa-lo adequadamente, respondeu: “Minha senhora, não importa o que faça, ainda assim fará errado.”
Ser mãe é ser gente. E como errar é humano, as mães também têm o direito de errar, e o de não amar, e o de não corresponder às expectativas, e o de, como qualquer outra pessoa, também seguir seus próprios caminhos.

*** *** *** 
Kau Mascarenhas é palestrante, escritor, artista plástico, coach e consultor de empresas. Atua com Desenvolvimento Humano há mais de vinte anos atendendo empresas de todo o país. 
É sócio-diretor do Pro-Ser Instituto. Utiliza-se da PNL, do Coaching e da Filosofia em seu trabalho. É o criador do curso digital PNL Plus.
Curta esta fanpage e receba seus materiais gratuitamente. 
Conheça mais em: www.kaumascarenhas.com.br

sábado, 4 de abril de 2015

SOBRE A PAZ-COA...




Coar alegrias e renovar-se
(texto e ilustração de Kau Mascarenhas)

Penso agora, aqui tomando café, em como desejar-lhe uma Feliz Páscoa. 
Quero expressar meu desejo dizendo a você algo de forma diferente daquelas que já fiz.
E é ele - o meu café recém preparado - que vai me ajudar a concretizar de forma gostosa o meu objetivo.
Bom, eu gosto do café coado. Ainda não me rendi em casa à sedução chique do Nespresso. 
Ainda.
Permaneço rústico, na tradição. Gosto de contemplar a alquimia do líquido fumegante e transparente que ao passar pelo filtro e pelo pó se transmuta na bebida preta saborosa que me reanima.
Há mais de quarenta anos minhas manhãs têm cheiro por causa dela, bebida tão nossa, banal mas cheia de boça, legítimo sinal olfativo de que o sol nasceu e outro ciclo começa.
O coar tem poesia.
Gosto das filtragens; o pó-bagaço fica no pano ou no papel, como na vida pedaços de momentos ficam enquanto outros escoam para dentro de nós.
Fazendo o café presenciei a chegada da dor transformadora do calor mudando tudo. Processo rude e inevitável. 
O que já cumpriu seu papel é rejeitado depois. 
Trata-se da borra. Serviu para dar sabor, sentido, e agora vai para o lixo.
Alguns a reciclam e ela vira adubo, tinta…
Mas o gosto retirado, sentido, agora é afeto, ânimo, sensação, que mesmo ao passar, fica. E sempre seremos tudo o que ficou.
O coar tem filosofia.
Meu desejo a você é que a sua Páscoa - instante que simboliza sobretudo a renovação - seja um momento de coar.
Filtre o que vale, saboreie. Jogue fora a borra.
Aborrecimento é borra.
Mágoa e culpa são borras.
Raiva pelo que já aconteceu, tristeza pelo que não se pode mudar, medo de limites nunca testados também são.
Guarde essas borras para reciclagem - talvez mereçam atenção e possam ensinar algo. Mas não as deixe em sua boca.
Permita também que além da bebida nova, filtros novos surjam.
E que sejam capazes de coar para dentro de você a alegria com sabor quente dos dias que nunca são iguais. 
Que em meio ao amargo constante da vida você perceba o gosto bom da mudança e da paz.
Renove-se. 
Termino o meu café agora desejando a você uma Feliz Paz-coa!
Saboreie. Saboreie-se. 

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Quer refletir, aprender, crescer, mudar?
Conheça os vídeos e textos gratuitos de Kau Mascarenhas:

II ENCONTRO DE CONSTRUÇÃO DO FUTURO




Primeiros ecos do evento de 26 de março de 2015: Show de bola! Foi lindo o nosso II ENCONTRO DE CONSTRUÇÃO DO FUTURO! Nossa gratidão à Livraria Cultura que cedeu gentilmente o Teatro Eva Herz, a todos os que colaboraram fazendo apresentações ou nos bastidores, e ao lindo público que lotou a platéia! Em breve teremos a III edição!

Foto1: No camarim antes da entrada - Leonardo Clement (mestre de cerimônia), Kau Mascarenhas (apresentador/palestrante), MagalyEvangelista (facilitadora/palestrante), Júlia Tazzi (cantora), Prof. Victoriano Garrido (palestrante)
Foto2: Marta Silva (palestrante)
www.kaumascarenhas.com.br 

sexta-feira, 6 de março de 2015

RESENHA DO I ENCONTRO DE CONSTRUÇÃO DO FUTURO



Click no camarim, antes da entrada no palco para o I ENCONTRO DE CONSTRUÇÃO DO FUTURO. Kleber Wilson, Kau Mascarenhas, Leonardo Clement, Cássia Aguiar e Levi Lima. Momento fantástico! Grato a todos vocês que estiveram conosco! 
Cerca de quatrocentas pessoas estiveram no evento ontem à noite no Teatro Casa do Comércio num clima de muita harmonia.
Kau abriu a noite com sua fala sobre o evento, a ideia de sermos responsáveis pela construção do futuro e o conceito de que tudo cresce e vibra a depender de onde colocamos o foco de nossa atenção consciente.
A seguir chamou os artistas Cássia Aguiar e Kleber Wilson que cantaram 3 músicas inspiradoras. Cássia ainda falou sobre sua carreira na estrada da arte e sobre a empresa Harmonizi, da qual é sócia, que faz produções artísticas em casamentos, festas e eventos corporativos. Cássia, com sua voz cheia de personalidade, deu um show brilhante enchendo o teatro de energia com seu talento e seu carisma.
Em seguida o Dr. Leonardo Clement subiu ao palco para fazer sua apresentação. É inegável o poder hipnótico desse palestrante; impossível desgrudar a atenção. O público refletiu e riu com suas palavras e com sua forma cativante de ensinar. Forma e conteúdo com excelência estavam ali diante de todos. Seu discurso trouxe a sua história de vida, e a forma como construiu o seu sucesso, desde que era atleta integrante de um importante time de futebol na França até os dias atuais em que desenvolve produtos digitais relacionados ao Desenvolvimento Humano além de atuar na medicina.
Após essa apresentação tivemos a felicidade de ver o cantor e compositor Levi Lima expor sua palestra-depoimento. A plateia ficou tocada com sua história. Levi construiu com a mente sua estrada de sucesso. Apesar dos percalços nos tempos da adolescência por causa de situações adversas, situação financeira complicada após a falência dos negócios da família, ele foi observando cada situação como uma forma de aprendizado e sempre manteve suas práticas de visualização criativa do futuro. O jovem artista encantou com sua habilidade de encadear e costurar ideias mostrando que é um bom palestrante além de cantor.
Animou a audiência ainda mais quando puxou dois de seus sucessos: "Colorir Papel" e "Celebrar".
Kau retornou ao palco e falou sobre a PNL e sua contribuição para a construção do futuro, juntamente com o Coaching. Chamou ao palco sua sócia, a psicóloga Marta Silva. Como diretora do Pro-Ser Instituto, Marta falou sobre o Curso Básico de PNL e a grande força que ele tem para disparar mudança e crescimento em âmbitos diversos como vida profissional, autoestima, vida a dois e relacionamentos de um modo geral. Ainda anunciou a criação de uma primeira turma de Coaching Ontológico em junho no Pro-Ser.
Marta agradeceu a todos por fazerem parte de um sonho que, juntamente com Kau, estão construindo há quase 20 anos.
A seguir, Cássia e Kleber retornaram ao palco e deram um novo número de música cantando mais duas canções.
Kau contou a história a respeito do "Homem que Buscava um Futuro Feliz", pedindo participação do público para a sonoplastia, envolvendo a todos num clima misto de descontração e de reflexão com o teor da metáfora.
No final, todos os apresentadores subiram ao palco e houve um momento de agradecimento ao Teatro SESC, aos palestrantes e artistas, aos colaboradores que fizeram parte da equipe e ao público. As doações de leite em pó serão destinadas a obras assistências como o Lar Vida que atende crianças abandonadas com deficiência e obras da Fraternidade Espírita Irmã Scheila.
Kau encerrou o evento com os emocionantes recados de três grandes Construtores do Futuro: no esporte, Ayrton Senna, na política, Gandhi, e na religião, Madre Tereza. 
Se você esteve conosco ou ajudou na construção ou na divulgação desse evento, nosso muito obrigado! Aguardamos, ávidos, a segunda edição!
Super abraço do Pro-Ser Instituto!
Conheça mais:
Kau Mascarenhas e Pro-Ser Instituto:
www.pnlcursos.com.br
www.proserinstituto.com.br
Cássia e Kleber / Harmonizi: www.harmonizi.com.br
Levi Lima: acompanhe-o no Instagram e no Facebook.
Leonardo Clement / IBRAP: www.ibraph.com.br

Imagens do evento:















quinta-feira, 5 de março de 2015

VOCÊ É UM CONSTRUTOR DO FUTURO!

O futuro não pode ser deixado ao sabor do acaso. "Deixar a vida me levar" é algo bonitinho apenas em canções do Pagodinho e do Skank, mas para uma vida boa é fundamental que acreditemos na construção do futuro e a façamos com pensamentos, escolhas e ações diárias. No âmbito macro da política por exemplo, podemos nos movimentar e dizer não aos absurdos nos quais o país está mergulhado. Na dimensão individual, façamos em mente e coração, deliberações que nos levem a uma existência mais plena de sucesso e de felicidade. Isso envolve saúde, relacionamentos, carreira, vida-a-dois, enfim, todas as instâncias que fazem parte da nossa humanidade. Você pode. Esse é o símbolo que criei para os Construtores do Futuro. No evento de hoje à noite (I Encontro de Construção do Futuro) lançarei essa ideia. Está mais que na hora de termos as rédeas do nosso destino em nossas mãos! 
(Kau Mascarenhas)
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I ENCONTRO DE CONSTRUÇÃO DO FUTURO!
Lembre: o evento é gratuito mas sua vaga precisa ser garantida por telefone ou email. Garanta a sua já!
Fone: (71) 3347-3939
Email: adm@proserinstituto.com.br


terça-feira, 3 de março de 2015

Evento Gratuito: I ENCONTRO DE CONSTRUÇÃO DO FUTURO



O Pro-Ser Instituto tem a honra de convidar você para um momento transformador nesta quinta-feira próxima, dia 05/03!
Trata-se do nosso evento cultural gratuito:
I Encontro de Construção do Futuro.

Inscreva-se já: (71) 3347-3939. Vagas limitadas.

Você quer que sua vida seja mais plena, com mais sucesso e felicidade? Então é importante saber que seus pensamentos podem concretizar realidades!
Carreira bem sucedida, harmonia nos relacionamentos e mais saúde podem ser decorrentes do que criamos com mente e emoções.
Esse evento aberto trará palestras e números artísticos bem como instantes de reflexão e mentalização.
Confira as atividades e os convidados desta primeira edição:

Kau Mascarenhas - palestrante e escritor, fará a palestra “Construindo o Seu Futuro Predileto: A Vida nos Dá Aquilo que Merecemos ou Aquilo em que Acreditamos?”, tratando do poder das crenças na construção do nosso destino. Também fará uma visualização criativa com o público para a mentalização do Futuro Predileto que começa quando vivemos plenamente o tempo presente.

Levi Lima - cantor e compositor, vocal da Banda Jammil, traz para o evento sua palestra-depoimento “Como Construí Minha História com a Mente”. O jovem artista baiano compartilhará importantes revelações sobre sua trajetória e sobre como podemos fazer com que elementos sabotadores internos desapareçam para que tenhamos uma vida mais feliz.

Leonardo Clement - médico e palestrante, com a palestra “Qual Caminho Escolher?”, tratando de transformação e motivação a partir de nossas deliberações. Abordará o quanto nossas decisões interferem no que criamos para nossas vidas nos âmbitos da saúde, da carreira e dos relacionamentos.

Cássia Aguiar nos brindará com números artistícos. A cantora baiana apresentará canções que nos enchem de ânimo e força para encontrar a energia e a motivação de que necessitamos. Cássia se notabiliza pela voz cheia de personalidade e pela escolha de um repertório rico e inspirador. Hipnotiza o público com seu carisma e sua espiritualidade.

Esteja conosco!
Onde: Teatro SESC, Casa do Comércio: Av. Tancredo Neves, Salvador – BA.
Quando: Dia 05 de março de 2015, às 19:30 (sugerimos a chegada com pelo menos 30 minutos de antecedência)
Evento gratuito de caráter cultural e de responsabilidade social - aceitamos leite em pó na entrada, em qualquer quantidade. As doações serão destinadas a uma instituição que apoia crianças.
Informações e Inscrições: Pro-Ser Instituto, telefone (71) 3347-3939, ou por email: adm@proserinstituto.com.br

O evento faz parte das atividades do Pro-Ser que antecedem o seu Curso Básico de PNL - Programação Neurolinguística.

Obs.:  Vagas limitadas. Antecipe a sua inscrição, e no dia do evento chegue pelo menos com meia hora de antecedência.

“Dentro da pequena semente há o enorme carvalho. Dentro do ser humano ainda bebê, tão frágil, há um gigante adormecido. 
Cada ser humano é verdadeiramente, uma promessa”.
(Kau Mascarenhas









segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

PNL: EXCELÊNCIA NOS RELACIONAMENTOS E SUCESSO



Mude sua vida, transformando seus relacionamentos! Confira o video de Kau Mascarenhas com algumas sacadas fantásticas de PNL clicando em: 
https://www.youtube.com/watch?v=ek-v6ZWsoLg
Informações e inscrições para palestras gratuitas e cursos: 
(71) 3347-3939
adm@proserinstituto.com.br
Uma das maiores dificuldades dos seres humanos no que diz respeito à convivência tem a ver com problemas de comunicação. É muito comum se dizer uma coisa e o outro entender de forma totalmente diferente. A PNL pode ajudar muito nos âmbitos pessoal e profissional para a excelência nas linguagens verbal e não-verbal. Saiba como fazer para obter maior poder de expressão e influência, e consequentemente aumentar o seu sucesso nos relacionamentos, com repercussões fantásticas nas dimensões pessoal, familiar e do trabalho. Aprenda vendo o mais novo video de Kau Mascarenhas que fala sobre a PNL e seu curso presencial:
Clique aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=ek-v6ZWsoLg
Informações e inscrições nas palestras gratuitas e cursos:
(71) 3347-3939
adm@proserinstituto.com.br

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

UM ALERTA




Errofobia 
(texto e charge de Kau Mascarenhas)

Medo irracional de fazer escolhas equivocadas, de errar e se dar mal. Leva costumeiramente à inação. Sintomas: perfeccionismo, paradeira, estagnação, pouca fluência de ideias, autocensura constante, diálogos internos bastante severos da subpersonalidade autocrítica. 
Profilaxia e Terapêutica: conviver com pessoas "sijogosas" (neologismo para definir aqueles que se jogam, que arriscam); ler filósofos como Sêneca, Epicuro e Nietzsche; estudar PNL e Coaching; arriscar mais. A ação cura o medo.
Você tem essa fobia? Conhece quem sofre desse mal? Que tal compartilhar esse alerta para sua rede?
Conheça mais: www.pnlcursos.com.br

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

AINDA SOBRE O ATAQUE AO CHARLIE HEBDO




ONDE ESTÃO OS LIMITES?
(Texto e ilustração de Kau Mascarenhas)

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“Em uma democracia, ninguém, independentemente de quão poderoso ou impotente seja, pode ter o direito de não ser insultado ou ofendido.” 
(Ronald Dworkin)
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Um grupo de cartunistas dos mais respeitados e criativos da Europa deixou este planeta de forma sangrenta em Paris na semana passada e há quem defenda a atitude dos seus assassinos.
Estranho? Não tanto. Faz algum tempo que me deparo com a postura de algumas pessoas que buscam a inversão de responsabilidade dos papéis de vítima e algoz.
Nos casos de estupro, por exemplo, até mesmo algumas mulheres se pronunciam usando argumentos como: "- Vestindo uma roupa indecente como aquela, ela só poderia mesmo atrair um tarado!".
A campanha "Eu Não Mereço Ser Estuprada" foi criada para servir como alerta e denunciar esse absurdo contra-senso. 
Estabelecer critérios distorcidos de vitimização para defender criminosos e atribuir culpa às vítimas é atitude que em mim produz grande inquietação.
Pois é. O ato terrorista contra o Jornal Charlie Hebdo em Paris, que causou indignação em praticamente todos os segmentos da sociedade no mundo inteiro, também teve seus defensores que não pertenciam a grupos extremistas. 
Sua argumentação criava um nexo de causalidade entre a postura irreverente e sarcástica das vítimas em seu trabalho e a maneira como foram mortas.
Os mais respeitáveis líderes do Islamismo vieram a publico para condenar essa ação covarde, contrária aos ideais de paz que sua religião ensina. Centenas de muçulmanos se fotografaram e incluíram a frase "not in my name" ("não em meu nome"), testemunhando em redes sociais que atitudes violentas não os representam.
Contudo, de forma curiosa, li em redes sociais manifestações que analisam o trágico acontecimento como:
"- Quem mandou mexer na religião dos outros? Bem feito para eles." 
"- A arte tem limites. Deveriam pensar duas vezes antes de criar charges desrespeitando crenças e valores alheios.”
De fato, os chargistas do Charlie Hebdo têm como alvo de suas sátiras os mais sagrados ícones. Desfilam em suas capas Jesus, Maomé, Deus, bem como personalidades políticas, em desenhos que debocham do bom senso, do politicamente correto, e que detonam valores basilares da sociedade, sustentáculos daquilo que muitos chamam de "moral e bons costumes".
Como artista nunca faria o que eles fazem e fizeram. Minha forma de provocar é outra. Mas os admiro por terem o papel de instigadores e questionadores daquilo que hoje se tem como “o certo”.
Logicamente haverá um preço a pagar quando alguém decide ir contra a maré moral.
A humanidade em todas as suas eras contou com os bobos da corte e os artistas malditos, os palhaços e os intelectuais da contramão, os loucos que representavam a voz da esculhambação e os insensatos em cujas bocas brotava a sombra humana. Eles diziam, desenhavam ou escreviam o que muitos pensavam e nunca se arvorariam a expressar.
Testavam assim os limites da tolerância da sociedade em relação ao que a mesma tinha estabelecido como pontos intocáveis. 
Esses imorais audaciosos sofreram muito por isso.
Tenho minha fé, abraço crenças e valores, e em minhas palestras, sejam elas profissionais ou espirituais, fica bastante evidente aquilo em que acredito. Isso para mim é uma defesa natural do que considero importante.
Entretanto, não preciso matar e nem mesmo calar alguém que pensa diferente ou zomba dos meus credos, sobretudo quem o faz a partir de expressões artísticas.
Se uma pessoa se identifica e se confunde com suas crenças, e crê que alguém que as ataca está pessoalmente lhe atacando, vive uma distorção de entendimento que pode gerar terríveis consequências à ética e, obviamente, à convivência.
Quem pode dizer onde estão os limites para a arte? Quem pode estabelecer o que um artista deve ou não deve fazer? Quem pode definir uma "moral" para o traço de um desenhista ou a pena de um poeta? 
E mais: quem pode dar a si mesmo o poder de dizer que o autor de algum tipo de expressão artística merece condenação à morte por causa do seu trabalho? 
Mas houve quem, historicamente, tenha se colocado nesse papel. 
Conheça as exposições de "Arte Degenerada" organizadas por Hitler na Alemanha a partir do início dos anos de 1930 e entenderá.
Seu partido disse o que se podia e o que não se podia criar em arte, o que valia e o que não valia. 
Nessas mostras "educativas" havia obras de Picasso, Kandinsky e Chagall, dentre outros, que aos olhos nazistas não mereciam ser chamadas de arte. Alguns pintores, como Felix Nussbaum, mereceram morrer por serem judeus e fazerem “arte degenerada”
A Inquisição também levou aos tribunais e calabouços, ou à fogueira, quem se expressasse de forma diferente daquela que a Igreja afiançava como piedosa e respeitosa com seus sagrados cânones. 
O pintor Domenikos Theotokopoulos, conhecido como El Greco, precisou defender suas pinceladas não muito ortodoxas ao representar as asas dos anjos ou o rosto dos santos em seus quadros. Diante de ferozes inquisidores espanhóis na Toledo no século XVI ele por pouco escapou de ser morto por heresia tamanha era a sua liberdade no jeito de pintar.
No século XVII na Bahia temos o escritor barroco Gregório de Mattos, não à toa conhecido como o “Boca do Inferno”, sofrendo com sanções e intrigas. Seus poemas satíricos e eróticos causaram escândalo e desafiaram a moral religiosa dominante. Por causa deles foi perseguido e chegou a ser exilado em Angola.
No mesmo século, em Amsterdã, o filósofo Baruch Spinoza ofendeu muitos religiosos poderosos por publicar seus livros com ideias que agrediam o pensamento vigente.
Suas reflexões materialistas, com um Deus imanente e não transcendente, foram vistas como heréticas e por isso foi alvo de uma "excomunhão" judaica, recebendo dos seus rabinos todas as maldições bíblicas e a pior das punições que era a de não poder ter contato com qualquer membro da comunidade. Isso representava ruína material e moral, encerrando-o em profunda solidão pois ninguém poderia aproximar-se dele a menos de dez passos, vender-lhe algo ou comprar algo dele, ou estabelecer com ele qualquer comunicação, vínculo afetivo ou profissional. 
Sua forma de pensar também agredia o Catolicismo e o Protestantismo. Enfim, se viu perseguido por praticamente todas as correntes de fé de onde vivia, inclusive sofrendo um atentado no qual foi agredido a facadas.
Finalmente, sem pesar, declarou: “Diante do degredo a que fui imposto e de não ter que me reportar a qualquer autoridade religiosa para expressar minhas ideias, finalmente posso me declarar um pensador livre." 
Diante de exemplos como esses eu me pergunto: é possível blindar o mundo contra ofensas? 
Se alguém se utiliza da arte e da cultura para ridicularizar minha fé eu preciso me sentir particularmente agredido? 
E, já que estamos falando de Deus e de ícones sagrados, o divino estaria se ofendendo com aquilo que dizem dele, ou desenham com ele? Deus e personalidades que considero sagradas precisam que eu os defenda atacando quem os ataca? A propósito, eles seriam "atacáveis"?
E como sou um viciado em me colocar nos lados diferentes de uma mesma questão, reflito enquanto escrevo. 
Diante de tudo isso me pergunto o quanto eu próprio me levo a sério. Será que também levo a sério demasiadamente aquilo em que acredito? 
Em algum contexto também mataria, mesmo metaforicamente, aquele que não acreditasse no mesmo que eu e que ridicularizasse o meu sagrado?
E você? O que faria?

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Kau Mascarenhas é palestrante, escritor e ilustrador, tem formações em PNL - Programação Neurolinguística e Coaching. É sócio-diretor do PRO-SER Instituto.