quarta-feira, 21 de abril de 2010

Uma Gota de Sangue na Maçã


Foto: Maçã e Sangue / de Kau Mascarenhas






Uma Gota de Sangue na Maçã


(Kau Mascarenhas)







Mordi uma maçã ainda há pouco e vi no branco da massa uma manchinha vermelha. Senti o gosto da maçã e o gosto do sangue... huummm... isso vai dar um artigo, pensei imediatamente.
Tenho uma certa sensibilidade na gengiva, e o aparelho ortodôntico móvel que uso somente para dormir às vezes a torna mais frágil. Mesmo sem estar com ele agora, talvez esse tenha sido o porquê do pequeno sangramento.
O delicioso crock da primeira dentada na fruta trouxe um sabor suavemente ácido e bastante doce, numa combinação perfeita, que se expandiu por toda a língua. E ao olhar para ela em seguida estava lá uma marca rubra que se estendia em pequeninas tiras por menos de um centímetro. Percebi também o gosto inconfundível de sangue.
Olhei por alguns segundos para a maçã em minha mão, focado na mancha vermelha pequenina que se destacava sobre a polpa branca, enquanto mastigava lentamente.
Lembrei-me que o paladar se divide na extensão da língua, havendo papilas gustativas específicas para cada tipo de sabor. As que registram o gosto doce ficam na ponta; o sabor ácido é reconhecido pelas papilas laterais, e o salgado também. O amargo acontece lá no fundo, já perto da descida da garganta.
Somos então os responsáveis por levar o reconhecimento de doce, salgado, azedo, ou amargo para o cérebro a partir de como movimentamos o alimento em nossa boca na mastigação. Quem comer um doce, por exemplo, e não deixá-lo mais tempo em contato com a ponta da língua perderá grande porção do prazer que ele poderia proporcionar.
Isso me fez pensar imediatamente num dos pressupostos da PNL, que confere ao sujeito que vive uma experiência a responsabilidade do que essa irá lhe trazer: dissabor ou contentamento, prostração ou ânimo, angústia ou felicidade.
Tendo como base o pensamento “o mapa não é o território”, conceito desenvolvido por Alfred Korzybski em uma brilhante obra intitulada “Science and Sanity”, de 1933, a PNL pesquisa e desenvolve um conceito libertador. O fato não é o mais importante, e sim o significado que damos a ele.
Talvez esse seja o porquê de pessoas se encontrarem num mesmo acontecimento e terem reações absolutamente diferentes.
Alguns, por exemplo, que passaram por situação de desemprego se revoltam com a chefia, com a vida, com Deus. Outros encontram nesse fato a chance de tomar novo rumo e montarem seu negócio próprio. No filme “Amor sem Escalas” o personagem Ryan Bingham, interpretado por George Clooney, trabalha numa empresa que demite pessoas de outras companhias e essa é a sua função: dar-lhes a notícia de que seus serviços estão dispensados e oferecer-lhes um programa de treinamento para sua recolocação no mercado e para lidar com sua nova situação financeira. A maioria dos profissionais que ele demite se sente perdida. Obviamente não é uma das coisas mais fáceis na vida receber um comunicado como esse. Trata-se de uma séria perda para a maioria das pessoas que já se habituaram com a estabilidade de um emprego.



Ryan é alguém que passa a maior parte de sua vida viajando para demitir pessoas em diversas cidades diferentes; está sempre em aviões, aeroportos ou hotéis. Sua carreira lhe convida a ser alguém que não se prende às coisas da vida concreta, material, tampouco a relacionamentos. Isso lhe faz a pessoa ideal para sua função profissional e, ao mesmo tempo, o torna excelente num outro papel, o de conferencista que ensina pessoas a viverem com menos apego.
Dado interessante: a maior parte das dezenas de pessoas que receberam a “má notícia” na película não eram atores, e sim recém-desempregados convidados pela produção para participar do filme, e dizerem o que realmente sentiram quando foram demitidos, ou o que gostariam de ter dito. Elas perceberam o fato, inicialmente, apenas com emoções de mágoa, ressentimento e dor e assim, vitimizando-se, não se viam em condições de reagir de forma mais construtiva.
No momento em que se concentraram na perda do emprego ao invés de olhar as inúmeras possibilidades que advêm dessa nova situação, elas se colocaram em estado altamente desfavorável para acessar os recursos que podem lhes trazer o ânimo necessário para reconstruir suas vidas. Algumas delas até acharam que tinham perdido o sentido. Colocaram o sentido da vida num papel ao invés de o instalarem na missão.
Outro filme a que assisti recentemente disparava reflexões preciosas acerca de como reagir a perdas na vida afetiva. Trata-se da comédia romântica “Simplesmente Complicado” com Meryl Streep e Alec Baldwin.
Eles representam um casal, Jake e Jane, que têm três filhos. No inicio do filme já estão separados há dez anos, sendo que o estopim para o divórcio fora o aparecimento de uma mulher mais jovem na vida do esposo. Jake reconstruiu a vida com essa nova companheira, e Jane, ao contrário, permanecia sozinha todo esse tempo, sem ânimo para se envolver num outro relacionamento. Mesmo bem sucedida profissionalmente, sua vida parecia sem graça, em preto-e-branco, até que, surpreendentemente, por ocasião da formatura de um de seus filhos, ela tem um encontro sexual fortuito com o ex-marido.







O caso é levado adiante e, após uma década separados, recomeçam seu relacionamento, mas agora de forma clandestina, como amantes. Ao mesmo tempo surge o arquiteto Adam, interpretado por Steve Martin, que se derrama em cortejos e carinhos sobre Jane.
Dois homens interessantes surgindo em sua vida justo agora que ela se encontrava quase duplamente balzaquiana. Surge assim um sopro novo de energia com sabor de transgressão, algo que mesclava irresponsabilidade juvenil e resgate de sentimento.
Jane se vê numa situação bem curiosa.
Fazer o pequeno flashback virar um affair de verdade, ou seja, concretizar um caso com Jake, representaria a chance de retomar o lar desfeito, agradar os três filhos do casal, e quem sabe até curar a ferida ainda não cicatrizada, o arranhão em sua auto-estima. Agora ela estava madura, com cinqüenta e tantos anos, e mesmo assim despertava o interesse do ex-marido que, no passado, a havia deixado para poder ficar com uma mulher 25 anos mais nova. Seria, igualmente, uma maneira de vingar-se da rival.
Contudo, as coisas não seriam tão fáceis assim. Embora estivesse animada, haveria sabores não tão bons em sua maçã. Tornando-se dessa vez a “outra” do triângulo, o sabor de sangue na maçã apareceria em muitos momentos, como na vez em que preparou um lindo jantar romântico e Jake não pôde comparecer pois a atual companheira estava com ele em casa, colada, e com sua saída ela poderia desconfiar.
De qualquer maneira, a diretora Nancy Meyers nos traz um filme leve e divertido que faz uma excelente ressignificação da vida amorosa na meia idade. Mostra uma mulher com mais de cinqüenta anos despertando paixões, e sendo disputada por dois homens, sentindo-se desejada, recuperando a feminilidade e abrindo-se a ser feliz sexualmente, com total direito de se ver no início de uma linda estrada ao invés de considerar-se no ocaso da sua afetividade.
Em qualquer situação é a nossa forma de perceber as coisas que vai dar o sabor daquilo que nos acontece. Depende de para onde dirigirmos a língua.
Talvez seja esse o porquê de algumas pessoas entrarem em desespero com algumas situações. Uma vez me disseram para fazer uma experiência curiosa: ao beber coca-cola, deveria deixar o líquido na boca em contato com a ponta da língua por alguns segundos. Acreditem: arde à beça!
Só que eu gosto muito de beber Coca-cola. Portanto, escolho colocá-la em minha boca mas bebo da forma tradicional.
Não é a coisa em si, mas como você absorve a coisa. O “mapa não é o território”, o cardápio não é a refeição, o retrato não é a pessoa. A depender da maneira como nós observamos e da forma como representamos uma realidade internamente ela será mais ou menos feliz.
Há os que são demitidos e mergulham em depressão. Há os que se separam e sofrem por anos, impedindo que novas realidades mais felizes cheguem a suas vidas. Há os que envelhecem e perdem a alegria. Outros que vivem limitações físicas por causa de doenças ou acidentes, e se sentem injustiçados, vítimas.
Já estive, entretanto, com pessoas que se ergueram com mais facilidade após a demissão levando sua percepção para o sabor da liberdade que o fato lhes trazia. Também conheci aqueles que se sentiram muito mais vivos após a separação. Já fui contagiado com a alegria que algumas pessoas com mais de oitenta anos me transmitiram. Igualmente já tive a felicidade de perceber que pessoas com sérios problemas de saúde, ou portadoras de necessidades especiais vivem com grande alegria. Para elas não há porque lamentar o que não possuem e sim felicitar-se com o que têm.
Alguns recém-desempregados tiraram férias, enfim. Aproveitaram a demissão para saborear a convivência com pessoas queridas. Viajaram por algumas semanas.
Depois desse “momento de planar” (vide meu artigo 26 aqui no blog) elas se dedicaram a desengavetar velhos projetos, desenvolveram empreendimentos pessoais - sonhos quase mofados por terem sido há muito tempo guardados - abriram seu próprio negócio, espalharam seus currículos para dezenas de empresas ou fizeram cursos para expandir seu potencial objetivando o ganho de novas competências.
Separados ganharam vida nova, pele boa e sorriso mais freqüente, ao invés de uma doença por viverem se engalfinhando com seus pares em relações que já tinham prazo de validade vencido. Ressignificaram o divórcio, percebendo-o como libertação, pois descobriram que não era bom trocar “um feliz” por “dois infelizes”. Rapidamente já estavam em condições de abrir-se a uma experiência amorosa, ou ficaram muito bem, solteiros por algum tempo.
Idosos que sentiram as transformações típicas da chegada da idade mantiveram a tranqüilidade, o amor pela vida e o entusiasmo na busca de seus sonhos. Com dignidade lidaram com as adversidades e seguiram em frente desfrutando cada dia, com a sabedoria que as experiências acumuladas lhes haviam trazido.
Doentes ressignificaram suas dificuldades, vendo nelas alguns caminhos de transformação.
Pessoas que perderam entes queridos ressignificaram a morte como uma transição para a dimensão verdadeira, pois todos nós somos maiores que nossa realidade física e transcendemos a existência material.
E assim, na maçã de bem-estar mordida em que possamos encontrar uma manchinha de sangue, também estará o sabor genuíno da vida pedindo para ser aproveitado. E isso depende da forma como percebamos e da maneira como representemos interiormente cada fato. Depende da forma como mastigarmos cada pedacinho.
Anthony Robbins, famoso especialista em PNL, consultor, conferencista e escritor de sucesso, em seu livro “Desperte o Gigante Interior” diz que podemos ter uma “linguagem transformacional”.







Nossas palavras e pensamentos têm o poder de fazer com que impeçamos o bom aproveitamento das nossas capacidades ou, por outro lado, com que acessemos recursos e possamos melhor lidar com adversidades.
Que tal avaliarmos as reações e estados causados pelo uso das seguintes frases:
1-) “- Sou um(a) pobre desempregado(a).”
2-) “- Sou um(a) vitorioso(a) e estou em processo de recolocação no mercado.”
3-) “- Sou um(a) infeliz pois fui abandonado(a) pela pessoa que amo.”
4-) “- Sou um ser humano livre e cheio de amor para oferecer a alguém especial.”



Parece-me que fica evidente uma relação direta de causa e efeito entre o significado que damos ao fato e as palavras que expressam esse fato. Dizemos porque sentimos.
O contrário também ocorre: sentimos porque dizemos. Se nos habituamos a dizer frases do tipo 1 ou do tipo 3 criamos baixa motivação e carência de recursos internos. Por outro lado, as frases 2 e 4 são mais capazes de eliciar estados favoráveis ao bem-estar e à felicidade.



Vivo uma experiência => Estados são eliciados, reações emocionais surgem => Dou a ela um significado => Falo sobre o que aconteceu.



Curiosamente, não se tratam aqui de elementos encadeados numa ordem obrigatória. É muito difícil dizer que um processo espera o outro acontecer para surgir em seguida. É bastante natural que as emoções surjam praticamente de forma simultânea à formulação mental do significado.
Entretanto, é possível que uma cadeia também comece com a fala. Ou seja, de tanto falarmos de tal maneira acerca de um evento, uma experiência, criamos estados, positivos ou negativos.
Ressignificar experiências difíceis é entendê-las de formas positivas, concentrando nossa energia na direção de extrair delas o aprendizado que trazem e as possibilidades de crescimento que podem ali se encontrar. É uma demonstração de inteligência emocional. Falar sobre elas de uma forma nova, dando destaque ao seu aspecto positivo é começar a mudar a cadeia:



Falo sobre uma experiência de forma nova, ressignificada => Elicio estados úteis, emoções construtivas => Reforço o seu significado positivo => Se vier a passar por experiências semelhantes no futuro, estarei com mais recursos e poderei fazer escolhas mais felizes.



As palavras não são apenas a conseqüência do que vivemos por dentro. São a causa igualmente.
De tanto falarmos determinadas coisas, as palavras tendem a evocar emoções internamente, e isso acaba atraindo essas realidades por uma simples questão de sintonia. O semelhante atrai o semelhante, vibram parecido.
Há um interessante experimento que se faz em laboratórios de física, que atesta esse pensamento na prática. São colocados presos a uma superfície de madeira, afastados um do outro, quatro cilindros de metal em posição vertical, sendo que dois deles são feitos de um mesmo metal, e os demais de outro. Quando se dá uma pequena martelada num dos cilindros fazendo-o vibrar, isso também faz vibrar em conseqüência somente aquele que é semelhante, pois tem o mesmo tamanho e é feito do mesmo material. Os outros dois permanecem inertes.
Se passarmos por uma situação adversa, é absolutamente natural que surja a dor. Entretanto, se demorarmos muito a fazermos uma ressignificação, se permanecermos tempo demais atolados numa postura de vítima, é provável que abramos espaço para atrair mais dor e sofrimento. Cabe apreender rapidamente o que cada situação nos traz e sair, logo em seguida, desse ponto, levando nossa atenção para uma direção mais positiva.
Quem agüenta ficar ao lado de pessoas que só têm lamúrias e queixas em suas conversas? Ao contrário, quem consegue facilmente sair de perto de pessoas que têm palavras alegres e construtivas a oferecer?
Ainda ontem constatei na prática alguns desses pensamentos quando estive na casa do Beto. Ele é um grande amigo que está com muitos movimentos paralisados há seis anos em decorrência de um tiro no pescoço.
Fui visitá-lo ontem à noite - era seu aniversário - e durante algumas horas desenvolvemos uma agradabilíssima conversa com mais dois amigos, a Ângela e o Rafael, a respeito de assuntos diversos como cinema, vinhos, programas de TV e livros, e alguns mais profundos como amizade, amor e família, sempre focando o lado positivo de todos esses temas.
Mas não se tratava de um encontro onde queríamos filosofar ou bater um papo-cabeça. Demos muita risada lembrando episódios curiosos de nossas vidas. Nosso bom humor estava em alta e tudo era motivo para brincadeiras e espetadas espirituosas, irônicas e sagazes uns nos outros, coisas que só fazemos quando temos certeza do carinho que nos liga. O Beto, por exemplo, chateou a Ângela um tempão quando a viu pegar um cálice e colocar cubos de gelo para depois se servir de vinho. Para ele, que é um conhecedor e apreciador dessa bebida, aquilo era uma verdadeira heresia. Pobre Ângela. Teve que suportar muitas piadas por causa disso. E rimos muito com todas elas. Rafael, com seu jeitinho mineiro, nos presenteou com curiosos e emocionantes casos de seus familiares em visitas a Chico Xavier, que conheceram pessoalmente. Conversamos e comemos bolo de chocolate. Nos divertimos e aprendemos uns com os outros. Vibramos com o nosso reencontro, repleto de carinho e troca de idéias.

Todos tínhamos em nossas maçãs algumas manchinhas de sangue, nossas mazelas, nossas dificuldades, mas aquele momento era de festa. Cabia-nos degustar o contentamento de estar junto a pessoas queridas e comemorar uma data especial.
O Beto havia me falado alguns dias antes por telefone que intencionava colocar na entrada do seu quarto uma placa com a frase:
“Ao cruzar essa porta traga apenas palavras e pensamentos alegres”
Por essas e outras nossa amizade tem sido uma bênção, e vem me proporcionando um fantástico aprendizado. Apesar das dificuldades pelas quais passa desde o momento em que quase perdeu a vida, ele é uma pessoa cheia de força, inteligência e coragem. De forma parecida estar mais perto da minha mãe me faz receber lições diárias de vida, já que ela também traz no corpo, há cinco anos, seqüelas importantes; em seu caso por conta de um AVC isquêmico.
Tanto um como o outro investe energia em seus trabalhos de fisioterapia; eles buscam minimizar as conseqüências das limitações físicas, e mantêm-se estimulando suas funções cerebrais com exercícios diversos que reforçam e criam sinapses, buscando igualmente atividades que lhes tragam prazer. Portanto, estão vivendo ao invés de apenas estarem sobrevivendo.
Nem tudo foi fácil para ambos ao longo do tempo desde que suas realidades mudaram. Os altos e baixos emocionais aconteceram. Isso é humano e naturalmente compreensível. Entretanto, não importa quantas vezes caiamos e sim quantas nos reerguemos.
Eles me ensinam muito, todos os dias, sobre o poder da ressignificação.
Bem, este artigo começou quando mordi a maçã de forma rápida, e senti a delícia que era sua polpa ácida e doce. Isso me trouxe prazer mas me tirou uma gota de sangue da gengiva.
Como já disse antes, pensei que a situação daria um texto sobre ressignificação.
Agora também penso em marcar uma nova consulta com Dra. Maria Rita, minha dentista.
Depois desses pensamentos, e antes de terminar esse artigo, decidi comer a maçã de forma diferente. Descasquei a fruta e a cortei em pequenos pedaços para mastigar devagar e com cuidado.
Um contratempo também pode servir para fazer as mudanças acontecerem, impulsionar novas atitudes, representando assim um convite da vida para nosso crescimento. Mastiguei e deixei que minha língua se movimentasse com maior tranqüilidade, fazendo com que a parte doce se concentrasse mais tempo na ponta, onde estão as papilas apropriadas para registrar esse sabor.
A vida não precisa parar quando uma adversidade acontece. Não importa o porquê, e sim o para quê e o como. Para quê isso ocorreu? Qual a finalidade disso em minha vida? Ou... como sair dessa realidade e chegar a um ponto mais feliz?
Enquanto perde-se tempo buscando os “porquês”, atitude que só nos faz chegar a explicações estéreis em muitos momentos, concentrar-se no “para quê” e no “como” pode promover um dinamismo muito mais profícuo.
Portanto, se surgir sangue em sua maçã após uma mordida, delicie-se com ela de forma diferente. Aprenda algo. Mude algo.
E escreva um texto.
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3 comentários:

Beth De Leo disse...

Oi Kau,
o texto é muito bom e bastante útil para estimular ou semear a mudança do olhar sobre a vida, que é construída de fatos cotidianos bons e alguns não tão bons assim. Aí está o segredo do bem viver. Já estou encaminhando para algumas pessoas queridas.
Grande abraço,
Beth De Leo

kaumasc@yahoo.com.br disse...

Muito grato, Bethinha. Fico feliz por vc ter gostado. É bom demais, como vc bem sabe, transformar experiencias em conhecimento. Mando um bj kaurinhoso!

celinha disse...

Olá Kau!! Permita que eu me apresente,Sou Célia,fizemos dois dias de PNL da Sefaz,junto com Telma e Brizza,23 de abril e 07 de maio.
Tive a satisfação de conheçê-lo durante os treinamentos,absorvi tudo o que pude nas abordagens,ao tempo que ficava imaginando sobre sua família,de onde vinha sua base.Li o que postou sobre D.Mari,além da liçao de encorajamento,pude perceber,que existem dois universos,um antes e um depois do AVC,e como vc,de forma grandiosa lida com todas essas mudanças! percebi como D. Mari é valiosa e te ensina mais e mais...Com certeza ela está colhendo seu carinho apoiador e fruto de toda educação que ela mesma te deu! Kau a vida é mesmo assim,por vezes somos surpreendidos com desafios,mudanças,sem dúvida nos assustam,por outro lado como crescemos com isso!!!.Passei por muitas dores na vida,mas eu sou muito feliz por tantas outras coisas! Enfim fico feliz em saber que vc apesar de toda sua bagagem tem uma humildade sem igual!
Parabéns a D. Marina por ter cumprido com maestria seu papel de mãe.Te desejo toda força DO MUNDO!! Os problemas existem,mas o modo como lidamos faz toda diferença!!! é até redundante dizer isto à vc,mas pode ter certeza que é de coração!!um abraço afetuoso prá D.Mari!